Soja: cotações melhores demorarão

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Com oferta pressionada e demanda fraca as cotações devem continuar sob pressão no primeiro trimestre. Além dos indícios de que Brasil e Argentina terão safra cheia, também o bom rendimento das lavouras americanas tem pressionado as cotações. Nos últimos 12 meses, a desvalorização foi de mais de 25%, segundo cálculos do Valor Data.

Para Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, se em maio o bushel da oleaginosa estiver abaixo de US$ 10,20 em Chicago, é provável que os produtores americanos reduzam a área de soja e plantem mais milho. Assim, o preço da soja pode voltar a subir na segunda metade do ano.

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