Soja e milho nas mãos dos fundos

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O cenário para a soja nesta passagem das operações da Chicago Board of Trade (CBOT) pode ser considerado incerto. Para o milho, prevalece o fator México.

Fundos também devem observar as condições gerais de outros mercados, como os T-bonds (ZBH25), os títulos do Tesouro dos Estados Unidos, que estão subindo, e o dólar index (DXY00) recua, ambos ativos sob atenção aos desdobramentos.

No geral, tudo se mistura. O acordo dos governos dos EUA com o México, grande comprador de milho, antes do referendado com o do Canadá, deu sustentação ontem e nesta passagem de Chicago.

A soja seguiu junto em alta na segunda com as expectativas de que o presidente Donald Trump poderia começar a ceder com todos os envolvidos em seu pacote tarifário. Mas não alcançou a China, que apresentou retaliações nesta terça (4), porém não atingindo tributação à soja americana.

O grão então poderia estar melhor, mas também sente a pressão do óleo (ZLK25), enquanto o farelo (ZMK25) desconta a sessão anterior.

  • Soja de março recua 1,25 ponto, a US$ 10,57.
  • milho de março sobe 1,75 ponto, a US$ 4,90.
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