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Soja em alta em Chicago neste 1.o de Maio; trigo em forte baixa com clima favoravel no Oeste americano

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Mercados fecham mistos em CBOT, com soja em alta e trigo em forte baixa, encostando nos US 6,00 PB, devido ao clima favorável previsto para o Oeste do corredor, informa o analista Ginaldo de Souza, da Labhoro, em seu comunicado de fechamento das operações em Chicago nesta tarde de segunda-feira, 1.o de maio.

Os modelos climáticos adicionaram chuvas para as áreas de trigo nos próximos 10 dias, abrangendo os estados do Texas, Kansas, Oklahoma, Nebraska, e as Dakotas, justamente onde as chuvas estavam sendo mais escassas. Os modelos também mostram chuvas abaixo do normal no leste do corredor e no Sul do pais para os próximos 10 dias.

Soja fechou em média com 8,25 cents de alta cotada a 1427,50, milho com 1 a 5 de baixa cotado a 584,00 e trigo com 16 de baixa cotado a 618,00 para o contrato Julho.

Mercado sem novidades nesta data, com os players tranquilos, curtindo em sua maioria o dia trabalho em várias partes do mundo. A oferta doméstica de Soja nos EUA, continua apertada, mas isso não significa que a demanda mundial seja apertada, já que o Brasil está finalizando sua colheita, mostrando uma Super Safra. (Gínaldo Sousa – Labhoro)

USDA traz embarques semanais de milho acima do esperado; soja e trigo dentro das expectativas (Notícias Agrícolas)

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe, nesta segunda-feira (1), seu novo boletim semanal de embarques com os números do milho acima das expectativas do mercado. Na semana encerrada em 27 de abril, o país embarcou 1,518,202 milhão de toneladas do cereal, enquanto o intervalo esperado era de 700 mil a 1,350 milhão de toneladas. Em todo ano comercial, os embarques norte-americanos do grão somam 23,903,011 milhões de toneladas. 35% menos do que há um ano.

De soja, os embarques semanais dos Estados Unidos foram de 401,976 mil toneladas, dentro das projeções do mercado de 200 mil a 700 mil. Com esse volume, o total dos embarques americanos da oleaginosa chegam a 47,451,915 milhões de toneladas, número bastante alinhado com o registrado no mesmo período do ano passado.

Os EUA embarcaram ainda 358,273 mil toneladas de trigo na última semana, volume também dentro das expectativas de 200 mil a 400 mil toneladas. Os embarques do grão estão 3% menores em relação ao mesmo período do ano passado, no acumulado da temporada, ao chegarem a 18,249,020 milhões de toneladas.

Por:  Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes;  Fonte: Notícias Agrícolas.

Com 50% da soja 22/23 ainda em mãos, produtor brasileiro vai ter que olhar para o mercado mesmo em condições desfavoráveis, opina analista da Safras&Mercado

Cenário de preços tende a continuar negativo no Brasil e na Bolsa de Chicago, sem nenhum fator que possa trazer as cotações para cima ainda no radar — Entrevista com Luiz Fernando Gutierrez Roque – Analista da Consultoria Safras & Mercado

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As cotações futuras da soja encerraram a sessão desta sexta-feira com valorização na Bolsa de Chicago (CBOT), após sete sessões seguidas no vermelho. Um movimento de ajuste de posições garantiu a valorização no final do pregão.

O dia foi de ganhos entre 8 a 15,4 pontos na CBOT. O contrato de julho/23 da soja na CBOT fechou o dia cotado a US$ 14,19 e o agosto a US$ 13,62 por bushel. Nos derivados, o dia foi de alta de mais de 1% do farelo e de 1,5% do óleo de soja.

“Recuperação técnica. Não tem nenhum outro fator diferente no mercado essa semana. Na verdade, os fatores fundamentais estão pressionando o mercado”, afirma Luiz Fernando Gutierrez Roque, analista da Safras & Mercado.

Segue ele, essa alta de hoje na Bolsa de Chicago não deve mudar a tendência baixista do mercado já vista nos últimos dias. “O momento é negativo para Chicago porque a gente tem um plantio nos EUA andando bem com o clima”, destaca.

A safra 2023/24 de soja dos Estados Unidos pode ser recorde.

“Até esse momento, a gente não tem problemas, então a tendência é negativa, porque se o clima continuar ajudando nas próximas/meses, período de desenvolvimento da safra americana, a tendência é continuidade da pressão”.

MERCADO INTERNO

No Brasil, os produtores sentem os reflexos do mercado externo no bolso e têm ainda muito volume a ser negociado, segundo Gutierrez Roque. “Esse realmente é um momento muito complicado. A tendência é muito negativa e o produtor tem que fazer conta”, orienta.

Em Não-Me-Toque (RS), o dia foi de queda de 0,81% para a soja com a saca a R$ 123,00. Em Palma Sola (SC), a saca ficou cotada a R$ 128,50 com alta de 0,78% e, em São Gabriel do Oeste (MS) está a R$ 115,00 – estável. Já Ponta Grossa (PR) tem a saca a R$ 132,86 – estável.

Os indicativos seguem próximos de R$ 139 por saca no disponível e para maio de 2023.

» Clique e veja as cotações completas da soja

Por Guilherme Dorigatti e Jhonatas Simião; Fonte:  Notícias Agrícolas
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