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Soja em Chicago encerra em alta com nova mudança nos mapas climáticos nos EUA ; no mercado interno, atenção para redução da liquidez nos portos

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Portos com Itaqui (MA) , Barcarena (PA) e Santos (SP) já começam a mudar janela de exportação de soja para milho

Por Marcos Araújo – Analista da Agrinvest

Soja sobe mais de 2% em Chicago, acompanhando otimismo no financeiro e clima dando sinais de alerta nos EUA

Os futuros da soja aceleram as altas na Bolsa de Chicago no pregão desta quinta-feira (1), depois de baixas intensas nas últimas sessões. Perto de 12h40 (horário de Brasília), os preços subiam de 22,25 a 28 pontos nos principais contratos, trazendo o julho para US$ 13,30 e o novembro, US$ 11,70 por bushel. São ganhos superiores a 2%, acompanhando altas semelhantes no trigo, no farelo e no óleo de soja.

Quem se destaca no complexo soja é o óleo, que sobe mais de 3% no início da tarde desta quinta-feira, acompanhanho o avanço também do petróleo. O WTI tinha 3,8% de avanço para US$ 70,70 por barril, bem como o brent, que tinha 3,2% de ganho para US$ 74,95/barril.

O mercado passa por uma recuperação técnica e acompanha o o movimento que se observa também nas demais commodities, as quais também marcaram perdas generalizadas nesta semana. A aprovação do projeto de lei sobre o aumento do teto do endividamento americano foi aprovado na Câmara com amplo apoio dos dois partidos – Republicano e Democrata – e deu espaço para o financeiro respirar mais aliviado.

Foram 314 votos a favor e 117 contra para que agora o projeto siga para o Senado.

De outro lado, os traders permanecem acompanhando o desenvolvimento da nova safra americana e as condições de clima para o Meio-Oeste americano que, até o presente momento, não apresenta grandes ameaças. No entanto, a atualização do Drought Monitor desta semana, o sistema que monitora a seca nos EUA, trouxe um avanço nas condições de seca nas áreas de produção, o que ajudou no suporte aos preços.

“O mapa mostra um avanço da condição de seca sobre estados do cinturão de produção. Com isso, a área de soja que passa por algum estresse hídrico atinge 28% e para o milho, 34%”, informa a equipe da Agrinvest Commodities.

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Por:  Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes
Fonte: Notícias Agrícolas
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