O órgão americano optou pela cautela e manteve a projeção da safra dos EUA para o ciclo 2026/27 em 120,7 milhões de toneladas, o que evitou movimentos de forte volatilidade, mas chancelou a perspectiva de uma oferta robusta. Os estoques finais foram mantidos em 8,44 milhões de toneladas.
O avanço rápido do plantio norte-americano – que já ultrapassou os 87% – e as chuvas regulares nas principais regiões produtoras reforçam o potencial produtivo da nova safra, pesando sobre os preços. Todavia, analistas e consultores reforçam a necessidade constante de monitoramento no Corn Belt.
Na outra ponta, o mercado americano segue sentindo a falta de anúncios expressivos de novas compras por parte da China, que mantém um ritmo de importação mais tímido e focado em necessidades de curto prazo. Ainda há expectativas de que estes anúncios sejam feitos nas próximas semanas.
No mercado físico brasileiro, a queda em Chicago acabou travando um pouco o ritmo dos negócios na semana, também por conta de uma queda forte que o dólar registrou na sessão de ontem, perdendo mais de 1%. O mercado cambial sentiu a notícia do cancelamento de ataques dos EUA ao Irã, que pegou não só o dólar, mas mudou o humor de praticamente todos os ativos. Agora, volta à mesa uma possibilidade de acordo entre as duas nações, mesmo que com ainda muitas divergências.








