Trump e Galípolo ajudam o “risco” nesta 6ª

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O Ibovespa está atingindo a marca superior a 127 mil pontos. O dólar já passou nesta sexta-feira (14) cotado em R$ 5,70 e cai 0,98%.

O índice da bolsa brasileira em alta de 1,82%, a 127,1 mil pontos.

Os mercados financeiros do Brasil estão em dia favorável à tomada de risco. Tantos que os títulos do Tesouro Direto recuam e a curva de juros (DI) fechou um pouco mais.

A relevância positiva da sessão foi tanto a leitura de que a imposição de tarifas recíprocas pela administração Trump abrem um espaço para negociações bilaterais.

Vão demorar até abril para serem executadas e não houve novos anúncios de taxas como o presidente dos Estados Unidos chegou a mencionar sobre veículos e fármacos.

Em que pese a vigência de 25% adicionais sobre aço e alumínio, mas também somente a partir de março, e os 10% aplicados contra a China – cuja retaliação não atingiu os grãos, por exemplo -, o  cenário está desanuviado,

Inclusive absorvendo a alta de preços para o produtor, em janeiro, que se alinharam à inflação em mais 0,5% nos EUA.

Do Brasil, o ambiente ficou menos com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, na Fiesp, afirmando que a autoridade monetária tem instrumentos para controlar a inflação, e vai usá-los como no caso de juros, e que há um espaço na relação dívida pública e PIB que precisa ser observado positivamente, já que houve uma relativa melhora, segundo disse.

E começou-se a discutir, entre analistas, até alguma revisão sobre a alta de juros, após os dados recentes mostrando que a desaceleração da economia já está instalada, de modo que possa até haver menor contracionismo monetário.

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