O dólar chegou a carimbar até R$ 5,81 nesta terça-feira (25), logo após os dados do IPCA-15 de fevereiro apontarem alta de 1,23%, contra 0,11% de janeiro, e a maior taxa para o mês desde 2017.
Também pesaram, desde ontem, decisões sobre aumento de gastos do governo com o auxílio para quem terminar o ensino médio (programa Pé de Meia) e ampliação para zero de valor da Farmácia Popular, mais a liberação de mais recursos aos consumidores, que podem pressionar a inflação, via liberação do FGTS dos cadastrados na conta-aniversário e o crédito consignado para o setor privado.
Mas foi perdendo força ao longo da tarde, à medida que tanto o dólar index foi cedendo mais no mercado internacional, apesar das novas ameaças de tarifas dos Estados Unidos, quanto por notícias de novas pesquisas no Brasil indicando renovadas baixas da população no apoio ao governo Lula e a ele próprio, em eventual disputa até com Jair Bolsonaro se elegível fosse em 2026.
Os investidores têm apostado nas eleições presidenciais sem que o governo atual consiga se reeleger por desconfiança nas suas políticas econômicas.
A divisa americana está quase fechando em menos 0,14%, a R$ 5,74 agora.





