Abramilho defende que Brasil não deveria aguardar China para lançar novos transgênicos

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A Abramilho defendeu nesta quarta-feira (12) que empresas de biotecnologia não deveriam mais esperar a aprovação da China para lançar novas variedades transgênicas de milho no Brasil, já que essa espera gera perdas bilionárias em produtividade.

Segundo o diretor-executivo Glauber Silveira, Bayer e Corteva já têm sementes mais produtivas prontas, mas seguram o lançamento aguardando o aval chinês. Ele argumenta que a China deixou de ser relevante como compradora de milho brasileiro: de janeiro a junho importou só 220 mil toneladas, ante 7,9 milhões de toneladas exportadas pelo Brasil no período — bem diferente de 2023, quando chegou a comprar mais de 16 milhões de toneladas.

Silveira ressalva que na soja a lógica é outra, pois a China responde por mais de 70% das exportações brasileiras, tornando a espera pela aprovação justificável. Ele também sugeriu que, se a China seguir marginal no milho, seria viável segregar a produção brasileira feita com tecnologias ainda não aprovadas por Pequim.

Fonte: Investing

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