O café arábica continua a buscar novos tetos e tem resistido às correções mesmo com uma sequência inédita de ralis.
Depois da explosão da quarta, a quinta (6) já tem a cotação de março acima dos 400 cents de dólar por libra-peso em Nova York.
Nesta saída das operações noturnas em Nova York, o vencimento março se encontra em 402,75 c/lp, acima de 500 pontos de alta.
O mercado se debate sob uma onda perfeita para os preços. O desenvolvimento do café na atual temporada não está sendo uniforme porque as chuvas não estão uniformes em todas as regiões e tampouco regulares e em quantidade suficiente, segundo a Somar Meteorologia.
Nesse caso, tanto quanto a safra 24/25 brasileira será menor, cujos números mais conhecidos por ora são da Conab – redução de 12,4%, para 34,7 milhões de sacas -, os estoques atuais no Brasil e no mundo são baixos para uma demanda global bastante participativa.
Na sessão da ICE Nova York de ontem, mesmo com o dólar em recuperação no Brasil, que costuma afetar as cotações porque em tese há mais oferta com os exportadores tentando se aproveitar do câmbio, o arábica seguiu seu ritmo, secundado pelo robusta em Londres.
Mas os poucos produtores com disponível não estão querendo vender.





