De janeiro a setembro de 2026, as exportações de carne bovina recuaram apenas 1,5% em relação ao mesmo período de 2025, que registrou o maior volume da história. A receita em dólares avançou 14,1%, enquanto o preço médio da tonelada subiu 15,8%. Com expectativa de aceleração das vendas para China e Estados Unidos no fim do ano, 2026 pode superar ou se aproximar do recorde anterior. Para 2027, a menor oferta de carne, devido à retenção de fêmeas, pode reduzir o volume disponível no mercado interno e favorecer os preços.
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