As softs commodities embalam um novo dia com fôlego suficiente para os cafés e o açúcar.
Para os dois primeiros, o arábica e robusta, reforça a tese de desabastecimento crescente do Brasil e Vietnã frente à procura mundial pela bebida.
Para o açúcar, desafoga a pressão da safa brasileira 25/26 mais amena sobre as previsões de menor oferta e quanto à liberdade que o governo da Índia dará aos exportadores além da cota. Com isso, o déficit global foi atenuado pela Organização Internacional do Açúcar (ISO, do inglês).
Em segundo dia de rali para essas commodities em Nova York e Londres, fica expectativa de que nesta quinta-feira (23) o dólar no Brasil siga em baixa, favorecendo os preços por tirar o exportador brasileiro da ponta.
Na quarta, a cotação frente ao real caiu para baixo dos R$ 6, depois de 40 dias, com os atores do mercado tirando a pressão do relativo atraso do governo americano em anunciar sua política tarifária.
- Arábica de março sobe 1,24%, a 346,08 c/lp.
- Robusta do mesmo vencimento mais 1,12%, US$ 5,491 mil/t.
- Açúcar também de março sobe 1,65%, 18,46 c/lp.





