A pedagoga Joanita de Almeida, condenada a 16 anos de prisão devido aos eventos de 8 de janeiro de 2023 em Brasília, permanece internada no Hospital Psiquiátrico e Judiciário Jorge Vaz, em Barbacena (MG), desde novembro de 2024. Joanita, com diagnóstico de transtornos depressivos, também enfrenta crises convulsivas. O ministro Alexandre de Moraes determinou que ela continue na instituição, apesar dos pedidos de prisão domiciliar, que aguardam julgamento no Supremo Tribunal Federal, desde fevereiro.
A permanência de Joanita em Barbacena contrasta com a recente soltura de outros criminosos, conforme a política antimanicomial do Poder Judiciário, com base na Resolução 487 do CNJ. Enquanto isso, criminosa como Charles Barbosa dos Santos, que assassinou sua mãe e um irmão, foi liberada após laudo que atestou a cessação de sua periculosidade. A equipe da Revista Oeste questionou a aplicação desigual dessa política em relação a Joanita, mas não obteve resposta.
Fonte: “Revista Oeste”
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