Uma remontagem de posições deu fôlego ao dólar, que fechou em leve alta de 0,29%, a R$ 5,71 na segunda. Afinal, já havia batido em mínimas de três e o prêmio Trump foi limado.
Ao mesmo tempo, o Ibovespa fechou em leve renovação dos mais de 2% da sexta, quando passou dos 129 mil pontos.
Mas, aqui, outro componente. A queda nas pesquisas do governo Lula referenciou os preços, junto com alguns balanços corporativos, mesmo em dia de baixa liquidez sem Wall St em operação pelo feriado.
Mercado foi secundado pela queda do IBC-Br de dezembro, mostrando, pela lente dessa prévia do PIB, do Banco Central, que a desaceleração da economia está acentuada.
Nesta a terça, os sinais começaram trocados no exterior e podem se refletir no Brasil, em mistura com o cenário interno.
Os índices futuros de ações nos EUA estão mais valorizados, de olho no degelo que pode vir de negociações sobre a paz na Ucrânia entre os americanos e russos, mas sem a Ucrânia na mesa em Riad, na Arábia Saudita.
Ao mesmo tempo, o dólar index mede algum nervosismo, porque está subindo. E não pouca coisa em começo de dia praticamente, porém refletindo os últimos dados da economia dos EUA, que indicam que realmente o Federal Reserve não terá pressa para cortar os juros.
Expectativas de novas retóricas sobre o programa tarifário de Donald Trump não deixam de figurar no radar.


