Mercados ainda sem roteiro antes da inflação dos EUA

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Os mercados financeiros ainda não têm uma história sobre a quarta-feira para ser contada, após a baixa do dólar na véspera em 0,31%, a R$ 5,77, e o Ibovespa subindo.

Enquanto aqui os agentes seguirão desmerecendo o IPCA de janeiro em mais 0,16%, bem menor que os 0,32% de dezembro, e dentro do esperado, e com alguns núcleos menos pressionados – estes, sim, mais relevantes, como alimentos e serviços -, dos Estados Unidos vem a inflação de lá.

Janeiro, pelo IPC – que, diga-se, não é o indicador mais monitorado pela autoridade monetária -, pode ficar levemente acima em 0,3%, mas o suficiente para corroborar o que Powell, do Fed, disse ontem e deve dizer novamente hoje, em sua sabatina pelo Congresso, de que não há pressa para corte de juros.

Ainda ontem, e provavelmente bisando hoje, os investidores devem aguardar pronunciamento do governo dos EUA sobre nova rodada de tarifas, ou ao menos verem que Donald Trump insistirá nessa política, depois dos 25% para o aço e alumínio, que precederam os 10% adicionais à China.

Os Treasuries, os títulos do Tesouro dos EUA estão renovando o prêmio risco, e os índices de ações a futuro estão em baixa residual, como o dólar index – aliás, ontem, subiu no mundo contra o dólar aqui em baixa (sic).

 

 

 

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