Mercados entre investidores dos EUA parados e desaceleração do PIB

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A segunda vai ter menos dinheiro circulando mundo afora com feriado nos Estados Unidos e sem referência de Wall St, no Brasil poderá ser um dia de banho maria.

Sempre que não venha novidades de declarações do presidente dos Estados Unidos, depois que a moeda americana se enfraqueceu muito na sexta com as tarifas recíprocas que devem demorar e com “janelas” até para revisões, pouca coisa movimentará os mercados.

Ou do presidente brasileiro, que foi para o final de semana com o índice de aprovação de seu mandato em 24%, no rodapé.

No Brasil, salvo o Relatório Focus logo mais, que deverá manter sua linha de reduzir expectativas positivas para a economia, o que pode ser mais destacado é um segundo recuo das projeções do PIB para 2025, após a sequência de dados fracos do varejo, indústria e serviços em dezembro.

Por sinal, a principal agenda do dia é justamente o indicador do PIB do último trimestre, através do IBC-Br do Banco Central. Ninguém duvida que venha em recuo consistente, confirmando os últimos dados, e apontando para um efeito estatístico negativo para janeiro – ou, como quiserem, para o primeiro trimestre de 2025.

A desaceleração da economia que deverá ser atestada, implicando em menor pressão sobre a inflação, e os investidores americanos fora do jogo podem deixar o dólar em ponto morto sobre a sexta, quando caiu para R$ 5,69, em menos 1,26%, e a B3 vendo seu principal índice, o Ibovespa a 128,2 mil pontos, valorizado 2,70%.

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