Depois do sinalizador do PIB, o IBC-Br de novembro, mostrou alta surpresa de 0,10%, hoje ainda tem o Monitor da FGV, que é outro indicativo da economia do Brasil, à medida também que o mercado acompanhará o ritmo da produção industrial de dezembro nos Estados Unidos.
Às vésperas da entrada de Donald Trump na Casa Branca e o com o PIB da China alcançando os 5% em 2024, dentro da meta estabelecida por Pequim, a agenda relativamente esvaziada do dia no Brasil tem muito pouco a repercutir nos ativos.
Ontem, o dólar abriu mais suave, mas passou por ajustes em fechou em R$ 6,05, subindo 0,48%, na contramão do dólar index que cedeu (estável neste momento) e da baixa dos Títulos do Tesouro dos EUA, os T-bonds. Aliás, estão recuando também novamente nesta sexta (17), ao passo que os índices futuros de ações estão em alta também acionados por lucros corporativos.
Ainda os investidores estão acreditando num pouso mais demorado dos juros, à mando do Federal Reserve, apesar de o núcleo da inflação de dezembro (CPI), tenha saído mais leve.
Dólar agora está abrindo em recuo de 0,32%, a R$ 6,03, e os índice Ibovespa futuro recua os mesmos 1,15% sob o qual o balcão fechou a quinta-feira.
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