Mercados financeiros estão em aberto

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Sobre o dólar nesta quinta ainda não é possível prever.

O mercado queria aumento de 1 pp e o teve do Copom, um ângulo baixista para a cotação porque entendido como o Banco Central agindo firme. Por outro ângulo, ao ter sido referendado novo aumento em março, da mesma magnitude, a autoridade monetária mostrou-se dura ao falar da ausência de desancoragem da inflação – embora também essa nova alta estivesse prevista desde dezembro -, que pode levar os agentes a precificarem o fim das quedas da moeda.

Como hoje também não haverá nova venda da divisa pelo BC (ontem foram US$ 2 bilhões), pelo menos não houve anúncio, o mercado ainda está em aberto.

Inclusive porque o Brasil saberá hoje da taxa de empregos criada, em dados do Caged e amanhã ainda conhecerá a taxa de desemprego de dezembro, pela PNAD Contínua, do IBGE. Números mais frágeis são esperados.

Dos Estados Unidos, com a manutenção dos juros pelo Federal Reserve, entre 4,25% e 4,50%, sem nenhuma sinal mais claro quanto ao futuro, o reflexo no Brasil igualmente está incerto, porque incerto também se encontra agora ante o dólar index estável e os futuros de ações em alta mas exclusivamente por resultados corporativos esperados e a visão menos alarmista sobre as big techs do avanço da IA chinesa DeepSeek podendo tirar consumidores das IAs americanas.

 

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