Com agenda econômica vazia, a arrecadação federal de fevereiro que a Receita divulgará deve mexer com a sexta-feira, a depender da curva, se houver, para cima ou para baixo.
Como os indicadores externos estão de lado – dólar DXY e índices futuros de ações em leve baixa, mas mais por resultados corporativos -, contra o sentimento de risco da quinta, qualquer previsão está fora do radar ainda.
As correções do Ibovespa, após seis altas consecutivas, e do dólar, depois de sete recuos – por falar em dólar, o futuro cai 9,40% no ano -, vieram dos Estados Unidos, principalmente. Os temores com a guerra comercial foram renovados.
Aqui, a aprovação (atrasada) no Congresso do Orçamento para 2025, com revisão de R$ 15 bilhões de saldo positivo (cortes de programas e os precatórios deixados pelo governo passado fora do peça por acordo firmado), mas com R$ 50 bilhões em emendas parlamentares, pode figurar nos preços dos ativos.





