O senador Flávio Bolsonaro divulgou uma carta oficial nos Estados Unidos em que se autodeclara líder do Brasil e anunciou que comandará a oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva diretamente do exterior. A manifestação pública ocorreu no dia 28 de outubro de 2026, logo após o parlamentar desembarcar na região de Miami com sua família.
O pronunciamento passou por diferentes modificações textuais e gerou forte repercussão no cenário político. No documento o senador se declara como líder do Brasil e líder da oposição e contestou o resultado do segundo turno das eleições presidenciais de 2026 . Ele alegou a ocorrência de fraude eleitoral. O texto também traz duras críticas ao Supremo Tribunal Federal, acusando a corte de perseguição política, e aponta supostas ilegalidades na condução do pleito pela Justiça Eleitoral.
O parlamentar rejeitou veementemente a afirmação de que teria fugido do país, declarando textualmente que não fugiu do Brasil, mas sim saiu pelo Brasil. Ele justificou sua saída afirmando que a permanência em solo brasileiro resultaria em sua prisão ou em censura prévia sob o que chamou de um regime de exceção.
Para legitimar sua atuação política a partir do exterior, o senador comparou sua situação à de figuras históricas de relevância internacional, como o jurista brasileiro Rui Barbosa, o general francês Charles de Gaulle e o revolucionário cubano José Martí, além de citar líderes da oposição venezuelana contemporânea, como María Corina Machado. Dirigindo-se a parlamentares e governadores aliados, Flávio afirmou que assumiria no exterior os riscos que os políticos no Brasil não podem correr no momento, prometendo manter pronunciamentos regulares e apresentar uma estratégia de oposição por meios pacíficos e legítimos.
Para legitimar sua atuação política a partir do exterior, o senador comparou sua situação à de figuras históricas de relevância internacional, como o jurista brasileiro Rui Barbosa, o general francês Charles de Gaulle e o revolucionário cubano José Martí, além de citar líderes da oposição venezuelana contemporânea, como María Corina Machado. Dirigindo-se a parlamentares e governadores aliados, Flávio afirmou que assumiria no exterior os riscos que os políticos no Brasil não podem correr no momento, prometendo manter pronunciamentos regulares e apresentar uma estratégia de oposição por meios pacíficos e legítimos.
O deslocamento e o manifesto ocorreram logo após o ministro do STF, Alexandre de Moraes, determinar que o parlamentar entregasse seus passaportes. Na carta, Flávio agradeceu publicamente ao presidente argentino Javier Milei e ao presidente americano Donald Trump pelo acolhimento de sua família, enquanto o governo dos Estados Unidos confirmou a emissão de vistos para o senador.






