Na quarta, o mercado aproveitou a ata do Fomc, do banco central americano, para fazer novo ajuste de posições no dólar.
Mesmo que não tenha tido nada muito diferente no documento do board do Fed, sobre a última decisão sobre os juros (mantido) e quanto ao cenário de inflação dos EUA, os negociantes se ateram ao trecho do risco à economia americana com a política tarifária e imigratória – de resto, também já alardeada antes.
A subida de 0,66% da divisa frente ao real, para R$ 5,72, foi até ao contrário do dólar index, enquanto o Ibovespa caiu muito mais em função de resultados corporativos e cautela antes dos balanços financeiros que sairiam depois do fechamento (Vale, Banco do Brasil e Gerdau).
No fundo, não há nenhuma novidade forte presente, como ontem também. Mesmo as possíveis negociações Rússia-EUA por algum processo de paz (à revelia da dilacerada Ucrânia, que aproveitou para atacar instalações petrolíferas) e o anúncio de Trump de que ainda haverá taxa de 25% para automóveis importados (fármacos e semicondutores) perderam força.
O Ibovespa nesta quinta pode sentir o peso do prejuízo de US$ 694 milhões da Vale no 4T24. E o dólar abriu em baixa de 0,41%, para R$ 5,70, alinhando ao index perdendo 0,21%.





