Algumas agendas internacionais passam desapercebidas, quando não são dos EUA e da China. O caso da próxima sexta, no Japão, deverá ser exceção: o BOJ, banco central, deve decidir uma nova rodada de alta de juros, subindo a taxa para 0,50%.
Lembra-se que em agosto, quando o BOJ fez igual movimento, os mercados mundiais despencaram porque o Japão sugou recursos de todos os ativos.





