A recuperação gradual da demanda por derivados de cacau deverá impulsionar as indústrias processadoras em 2026, conforme avaliação da malaia Guan Chong Berhad, uma das principais empresas do setor. O diretor-presidente Brandon Tay informa que as unidades devem operar com 90% da capacidade instalada, um aumento em relação aos 85% de 2025, mas ainda abaixo da média histórica acima de 95%. Apesar do cenário otimista, a companhia se mostra cautelosa quanto a 2027, devido ao risco do fenômeno El Niño que pode afetar a produção global e elevar os preços do cacau.
As projeções da Guan Chong corroboram com as análises da consultoria Transgraph Consulting, que prevê uma redução do superávit global de cacau na temporada 2026/27. As condições climáticas adversas nas regiões produtoras e a recuperação da demanda por processamento levarão a uma diminuição da oferta de amêndoas no mercado internacional.
NFonte: “Mercado do Cacau”
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