Recursos gringos e dados do BR derrubam o dólar e premiam o Ibovespa

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A sexta-feira não mudou o parâmetro da abertura dos mercados financeiros na manhã.

O dólar foi intensificando a baixa, até a mínima de R$ 5,72, para fechar com com queda de 1%, para R$ 74, e o Ibovespa arrancou para 129 mil pontos, caminhando agora perto dessa marca, a mais 2,64%, faltando 20 minutos para o fechamento do mercado à vista.

O pano de fundo foi um novo dia bom de entrada de recursos estrangeiros no País – inclusive no ano, até dia 12, o saldo positivo é de R$ 9,5 bilhões -, com os americanos, principalmente, procurando ativos no mundo em meio aos desdobramentos da política comercial do presidente Donald Trump. Na bolsa, também apareceram bons resultados corporativos de empresas mais líquidas, como a Magalu, que ajudaram o índice.

Pela manhã, dados do setor publico consolidado apresentou superávit primário de mais de R$ 104 bilhões em janeiro, com a principal surpresa vindo das contas federais, com superávit de R$ 83 bilhões.

O volume de vendas do varejo recuou 0,1% apenas, contra mediana de 0,2% esperada, mesmo assim ainda demonstra que os juros devem continuar altos por mais tempo, assegurando que o Copom mantenha sua informação de mais 1 ponto percentual na reunião da próxima quarta.

Enquanto ainda houve recuperação em Wall St e queda do dólar index, por ajustes, dados sugerindo que o Federal Reserve não cederá nos juros e com a pressão das tarifas, a China também deverá ter uma política mais agressiva de incentivo ao crédito, segundo informou Pequim nesta sexta.

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