A Selic, que passou a ser de 13,25% ao ano, conforme decisão do Copom nesta quarta-feira (29/1), tende a elevar o custo dos financiamentos e coloca pressão sobre o governo nas discussões do Plano Safra 25/26.
Foi a quarta elevação seguida na taxa de juros e a primeira com a autoridade monetária sob a presidência de Gabriel Galípolo.
O economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, observou que o novo aperto monetário traz dois problemas. O primeiro é o efeito sobre o custo de capital para o produtor rural financiar sua produção. O segundo, é que o desequilíbrio nas contas públicas contribui com a alta da inflação, inclusive a de alimentos.





