As declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que vários países podem esperar nova leva de tarifas adicionais entre esta sexta-feira (7) e segunda, promoveu uma saída de recursos da maioria dos ativos de risco.
O dólar foi o ganhador, com a alta do DXY, embora até mais modesta de quando Washington anunciou os 25% de taxas ao Canadá e México, adiadas ou até já descartadas.
Mesmo que não venha nada mais contra a China, após os 10% – e retaliados por Pequim, excluindo grãos-, foi suficiente para ajudar a tirar o pouco suporte que Chicago demonstrava desde as operações noturnas da soja.
E a alta da divisa americano no mercado externo foi ponto importante para ajudar deixar o compradores fora do mercado.
Ainda que a Bolsa de Grãos de Buenos Aires tenha derrubado em 17% as classificações top do país, para 17%, recuo de 3% sobre a última previsão semanal, a Safras & Mercado no Brasil elevou as estimativas para a temporada brasileira em 174,8 milhões de toneladas, uma taxa extra de 1,17 milhões de toneladas, com ampla repercussão nos negociantes da Chicago Board of Trade.
Os negócios para março caíram 12 pontos, para US$ 10,48, e para maio em menos 11,50 pontos, a US$ 10,64.





