O Brasil ultrapassou a Arábia Saudita e assumiu a posição de segundo maior fornecedor de petróleo bruto para a China no acumulado de janeiro a setembro de 2026. A mudança no ranking de exportações foi confirmada por dados oficiais da autoridade alfandegária chinesa divulgados nesta terça-feira, 20 de outubro de 2026. A Rússia continua liderando de forma isolada como a principal fornecedora do mercado chinês.
Apesar de os embarques brasileiros terem registrado uma queda de 19% em relação a setembro do ano anterior, o volume exportado pelo Brasil deu um salto expressivo de 248% na comparação direta com o mês imediatamente anterior, agosto de 2026. Além disso, os relatórios da alfândega chinesa chamaram a atenção por apontarem a ausência completa de importações de petróleo bruto oriundas dos Estados Unidos, da Venezuela e do Irã durante o mês de setembro. Esse avanço consolida a forte fatia brasileira no maior mercado importador do mundo, impulsionada pelo volume de produção nacional.







