O mercado financeiro brasileiro reage com forte aversão ao risco na manhã desta segunda-feira, acompanhando as repercussões do cenário eleitoral presidencial. Investidores avaliam as probabilidades fiscais e econômicas associadas aos desdobramentos do pleito. Para acompanhar as apurações, resultados oficiais e atualizações institucionais das eleições presidenciais, consulte o portal oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No cenário cambial, o dólar à vista abriu em forte alta o que reverte o rali do primeiro turno, quando a moeda chegou a operar abaixo de R$ 5,00 devido à liderança momentânea da oposição. No mercado futuro da B3, os contratos de dólar para novembro operavam em alta de 9,16%, atingindo R$ 5,430.
Ao mesmo tempo, as taxas dos juros futuros disparam ao longo de toda a curva, com o mercado passando a exigir um prêmio de risco maior diante das discussões sobre o controle das contas públicas e as futuras diretrizes governamentais. Esse pessimismo já havia sido antecipado ainda na noite de domingo pelas negociações internacionais, onde o principal ETF de ações brasileiras em Nova York, o EWZ, despencou mais de 26% no pré-mercado norte-americano, enquanto no Japão o fundo equivalente recuou 14,37% na abertura da sessão local. Para acompanhar o desempenho dos recibos de ações de grandes estatais, como a Petrobras, nas negociações extraoficiais no exterior, é recomendável consultar fontes oficiais do mercado financeiro e portais de notícias econômicas.
Fonte: “Folha de S.Paulo”
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