Notícias do Milho com Vlamir Brandalizze
B3 em alta
O mercado do milho iniciou a semana em alta, impulsionado pela valorização nos portos brasileiros, pelo avanço das cotações na Bolsa Brasileira (B3) e pelo fortalecimento dos contratos futuros em Chicago. Segundo análise de Vlamir Brandalizze, o cenário é positivo e reúne fatores internos e externos que sustentam os preços.
Milho no Brasil acompanha valorização dos portos
No mercado interno, os preços do milho começaram a reagir acompanhando a alta registrada nos portos, onde as negociações já alcançam R$ 72 por saca. O movimento também se reflete na B3, com os contratos futuros mantendo viés positivo. O vencimento para janeiro de 2027 é negociado próximo de R$ 75,50 por saca, enquanto maio de 2027 gira em torno de R$ 75,40, indicando expectativa de continuidade da valorização.
Chicago sobe com preocupações sobre a safra dos Estados Unidos
Na Bolsa de Chicago, o milho também registra ganhos. O mercado acompanha a deterioração das condições das lavouras norte-americanas, com problemas na qualidade da safra elevando as preocupações sobre a oferta. Com isso, os contratos para dezembro de 2026 são negociados ao redor de US$ 4,75 por bushel, enquanto maio de 2027 se aproxima de US$ 4,99 por bushel.
Conflito no Mar Negro dá suporte aos preços do milho
Outro fator que contribui para a sustentação das cotações é o cenário geopolítico. As incertezas envolvendo o conflito entre Rússia e Ucrânia, na região do Mar Negro, seguem gerando preocupação sobre o abastecimento global de milho. As dificuldades para a oferta internacional reforçam o movimento de alta e oferecem suporte adicional aos preços tanto no mercado internacional quanto no Brasil.





