As torrefadoras brasileiras usam em torno de 60% de café arábica no blend e o restante de conilon para encorpar a bebida. Em 2024, quando o preço do conilon chegou a ficar mais alto que do arábica, esse mix mudou para uma média de 80% de arábica e 20% de conilon.
No Brasil, a expectativa é de alívio nos preços do conilon com a colheita que começa em abril. Por enquanto, a pressão é de alta. A JDE Peet’s, anunciou em dezembro aumento de 30% nos preços em 2025, na média. A 3Corações reajustou os preços em 11% em janeiro, após alta de 10% em dezembro. A Melitta elevou os preços em 25%.
Morya estima que os preços no varejo subirão de 10% a 15% até fevereiro. Em 2024, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou alta de 39,6% no preço do café moído.





