Operação Carbono Oculto revela ligação entre PCC e setor sucroalcooleiro

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A nova fase da Operação Carbono Oculto, deflagrada em 24 de setembro, expôs conexões entre estruturas financeiras do Banco Master e o esquema de lavagem de dinheiro do PCC, revelando ainda relações com o setor sucroalcooleiro. Entre os principais alvos estão Antônio Carlos Freixo Júnior, operador financeiro vinculado ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, e Humberto Arthur Tupinambá Neto, ex-diretor do Banco Genial. A operação, que envolve autoridades como a Receita Federal e a Polícia Federal, investiga a utilização de empresas e instrumentos financeiros para a ocultação de recursos ilícitos, com suspeitas de que cerca de R$ 11,6 bilhões tenham sido movimentados de forma irregular, ligando o crime organizado ao contexto econômico formal.

Freixo, por exemplo, é apontado como um elo entre as investigações e firmou um acordo de colaboração com a Procuradoria-Geral da República. As apurações também investigam a Usina Itajobi, onde estruturas foram montadas para esconder a verdadeira propriedade, além de possíveis vínculos com a distribuidora de combustíveis Terrana, envolvendo operadoras de destaque no setor. O caso continua a se desenvolver, trazendo à tona questões alarmantes sobre a intersecção entre crime organizado e mercado financeiro.

Fonte: “Revista Oeste”

Produção assistida por IA e revisado por nossa redação.

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