US$ em teste de alta à espera de empregos nos EUA e insegurança com Trump

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O crescimento do PIB do Brasil se fixou nos esperados 3,4% de alta em 2024, com o 0,2% do último trimestre do ano, quando confirmou a desaceleração sobre a expansão de 0,9% no 3T24.

Não deve mexer com os mercados, inclusive porque ficou aquém das expectativas gerais de 0,5% no cômputo de outubro a dezembro, portanto seguem enxergando a economia caindo no efeito estatístico para o primeiro trimestre de 2025.

Tampouco a decisão do governo de cortar as tarifas de importações de produtos alimentícios, esperando diminuir os preços internos pela competição externa, mexerá nos horizontes.

Mesmo assim, o dólar vai testar uma subida, a R$ 5,76, 0,19%, como ocorreu ontem e depois cedeu (0,02%, a R$ 5,76) até que Donald Trump suspendesse novamente as tarifas para México e Canadá.

Mas a sexta reserva mesmo os reflexos que virão quando ficar conhecido os dados mais completos do mercado de trabalho e renda nos Estados Unidos, o payroll. Uma linha abaixo ou acima das projeções de 153 mil vagas abertas em fevereiro, que seria acima das 143 mil de janeiro, deve adicionar combustível.

Abaixo, corroborando o relatório ADP desta semana, que mostrou um quadro de desaceleração das contratações, deve adicionar mais expectativa de chances de cortes mais profundos das taxas de juros pelo Federal Reserve a partir de maio.

E nesta sexta ainda terá o chefe do Fed, Jerome Powell, em pronunciamento que poderá lançar luzes sobre temores para a economia do país com a política tarifária, que entram cada vez mais no limbo das incertezas.

 

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